Orlândia, 18 de Dezembro de 2017
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    Com estoque baixo, Hemocentro de Ribeirão Preto busca doadores.
    27/09/2017 - 11:03

    Segundo informações do Hemocentro, são necessários 80 doadores por dia para que a demanda seja atendida, porém, em média apenas trinta doadores diários têm colaborado. Os tipos sanguíneos mais buscados são A-, B-,AB- e O- .O hemocentro tem realizado campanhas de captação de novos doadores através de redes sociais, porém poucas pessoas tem aderido .O Hemocentro de Ribeirão atende 110 hospitais do estado de São Paulo


    Tire suas dúvidas sobre doação de sangue


    1. É seguro doar sangue?
    Sim, todo o material usado, inclusive os kits são estéreis, descartáveis e apirogênicos (não causam febre). Além disso, o doador passa por uma consulta, antes de doar, onde são avaliadas suas condições clínicas Qual é a quantidade de sangue coletada em cada doação?
    Em cada doação, são coletados aproximadamente 450 ml de sangue.


    2. É necessário estar em jejum para doar?
    Não. É importante que o doador se alimente normalmente, evitando ingerir alimentos gordurosos no dia da doação. Após o almoço, é necessário esperar cerca de uma hora e meia para efetuar a doação de sangue.


    3. Quanto tempo demora para que meu organismo reponha a quantidade de sangue coletada na doação?
    O plasma é reposto em algumas horas, as plaquetas se restabelecem em alguns dias, e as hemácias demoram alguns meses. Por esse motivo, a doação de sangue só deve ser realizada a cada 90 dias para os homens e 120 dias para as mulheres.


    4. Por que os homens podem doar sangue a cada 03 meses e as mulheres a cada 04 meses?
    Devido à reposição dos estoques de ferro, que nas mulheres é mais demorada em virtude das perdas durante os ciclos menstruais.


    7. Se eu doar sangue uma vez, sou obrigado a doar de novo?
    Não. A doação de sangue é um ato solidário e voluntário que depende da iniciativa de cada cidadão, e o retorno é o entendimento de que só nós somos a única fonte desse produto.


    8. Qual é a quantidade de sangue coletada em cada doação?
    Em cada doação, são coletados aproximadamente 450 ml de sangue.


    9. A quantidade de sangue coletada a cada doação vai afetar minha saúde?
    Não, porque na doação de sangue se retira menos do que 10% do volume sanguíneo total de um adulto, por esse motivo só é permitida a doação por pessoas acima de 50 kg.


    10. Corro algum risco de contaminação doando sangue?
    Não. Todo o material utilizado é estéril, de uso único e descartável.


    11. Posso apresentar alguma reação doando sangue?
    Raramente acontece e, na maioria das vezes, está relacionada com a ansiedade. As reações mais frequentes são queda de pressão, sensação de desmaio, náuseas e hematomas no local da punção. Mais raramente os doadores podem apresentar vômitos e convulsões. Caso haja alguma reação, no local da coleta de sangue há sempre uma equipe preparada para atender a qualquer intercorrência.


    12. Durante o período menstrual, a mulher pode doar sangue?
    Sim, não há nenhum risco para a saúde da mulher na doação de sangue. [Ver critérios para Doação]

    13. Por que há garantia de liberação do trabalho no dia da doação?
    Porque 01 (um dia) é suficiente para o doador descansar e recuperar o volume sanguíneo doado sendo particularmente importante para aqueles que exercem profissões que exijam esforço físico ou que possam comprometer a sua segurança pessoal ou de outras pessoas. (ex: motorista).


    14. É realizado algum exame no sangue doado?
    Sim. Tipagem sanguínea, sorologia e NAT (teste do ácido nucleico) para hepatite C e HIV (vírus da Aids), sorologia para hepatite B, doença de Chagas, sífilis, e HTLV. [Ver etapas da Doação]

    15. Eu sou comunicado se algum exame der alterado?
    Sim. Se algum exame der alterado, é enviada correspondência para a residência do doador solicitando o seu comparecimento para receber orientação médica e coletar nova amostra de sangue. É importante que o doador não deixe de vir ao Hemope para que possam ser esclarecidas as dúvidas. Resultados reagentes nos testes sorológicos de triagem podem ocorrer por vários motivos, não significando, necessariamente, que exista alguma doença.


    16. É possível doar sangue fazendo uso de medicamentos?
    Depende do tipo da medicação. No dia da doação, durante a entrevista, é realizada essa avaliação.

    17. Quais os cuidados que devo ter após a doação?
    O doador deve alimentar-se bem, ingerir bastante líquido e evitar bebidas alcoólicas, bem como, fumar nas primeiras duas horas e esforço físico no dia da doação. Em caso do aparecimento de queixas nos primeiros 15 dias após a doação, o doador deve retornar ao hemocentro e informar as queixas para esclarecimentos.


    18. O que é feito com o sangue doado?
    O sangue é separado em hemocomponentes, como concentrado de hemácias, concentrado de plaquetas e plasma fresco. Após a realização dos testes laboratoriais, esses hemocomponentes são enviados aos hospitais para serem usados em pacientes que estão com sangramentos, em tratamento quimioterápico, para cirurgias, transplantes etc. O plasma excedente (que não foi utilizado nos pacientes) também poderá ser encaminhado à indústria de Hemoderivados – HEMOBRÁS, para produção de medicamentos que serão utilizados por pacientes portadores de doenças hemorrágicas.


    19. Por que são feitas tantas perguntas a respeito da vida sexual (comportamento sexual) do candidato à doação?
    Porque várias doenças transmitidas por relações sexuais são também transmitidas pela transfusão de sangue. Algumas delas podem também demorar a ser identificadas nos exames de sangue. Por isto, o triagista avalia se a pessoa esteve exposta a alguma situação com um risco maior que o habitual para adquirir doenças sexualmente transmissíveis (DST); uma vez que todas as pessoas sexualmente ativas são consideradas sob risco de adquirir uma DST. Não poder doar por uma determinada situação, não significa que a pessoa apresente comportamento de risco, que seja de grupo de risco ou promíscua. Significa apenas que ela deve aguardar um prazo de segurança para que, se tiver adquirido alguma doença, o exame consiga detectá-la, protegendo o receptor do sangue.