Orlândia, 22 de Novembro de 2017
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    Orlândia confirma 2 casos de leishmaniose em cães.
    30/10/2017 - 12:03

    A informação foi confirmada pelo Diretor da Vigilância Sanitária e Epidemiológica de Orlândia João Antônio da Silva.
    A doença é infecciosa, porém, não contagiosa, causada por parasitas. Há dois tipos de leishmaniose: leishmaniose tegumentar e a leishmaniose visceral. A leishmaniose tegumentar caracteriza-se por feridas na pele que se localizam com maior freqüência nas partes descobertas do corpo. Tardiamente, podem surgir feridas nas mucosas do nariz, da boca e da garganta. Essa forma de leishmaniose é conhecida como "ferida brava". A leishmaniose visceral é uma doença sistêmica, pois, acomete vários órgãos internos, principalmente o fígado, o baço e a medula óssea. Esse tipo de leishmaniose acomete essencialmente crianças de até dez anos; após esta idade se torna menos freqüente. É uma doença de evolução longa, podendo durar alguns meses ou até ultrapassar o período de um ano.
    A leishmaniose é transmitida por insetos que se alimentam de sangue conhecidos como flebótomos. Os flebótomos medem de 2 a 3 milímetros de comprimento e devido ao seu pequeno tamanho são capazes de atravessar as malhas dos mosquiteiros e telas. Seu nome mais comum é “Mosquito Palha” ,frequentemente encontrado em lugares úmidos, escuros, onde existem muitas plantas.

    Sintomas de Leishmaniose
    Leishmaniose visceral: febre irregular, prolongada; anemia; indisposição; palidez da pele e ou das mucosas; falta de apetite; perda de peso; inchaço do abdômen devido ao aumento do fígado e do baço.
    Leishmaniose cutânea: duas a três semanas após a picada , aparecem uma pequena elevação da pele avermelhada que vai aumentando de tamanho até formar uma ferida recoberta por crosta ou secreção purulenta. A doença também pode se manifestar como lesões inflamatórias nas mucosas do nariz ou da boca.
    Diagnóstico de Leishmaniose
    O diagnóstico da leishmaniose é realizado por meio de exames clínicos e laboratoriais e, assim como o tratamento com medicamentos, deve ser cuidadosamente acompanhado por profissionais de saúde. Sua detecção e tratamento precoce devem ser prioritários, pois ela pode levar à morte.